50 Tons de Cinza Cinema

Sobre o filme Cinquenta tons de cinza

00:00Angélica Pina

Olá, leitores!

Sei que algumas (muitas) pessoas não gostam da história da trilogia Cinquenta tons, mas não posso falar de outra coisa hoje que não a minha opinião sobre o filme que assisti na última semana.
Sim, eu li a trilogia. Não considero a melhor que já li, mas sim, gostei da história (não da história do primeiro livro, mas dos três livros juntos, da história completa!).

Quando soube que teria a adaptação para o cinema, fiquei com o pé atrás. Pensei: vai ser um filme “pornô”! Mas começou a movimentação da produção e, claro, acompanhei.

Sobre o elenco, desde o início eu achava que o papel do Grey deveria ser do Ian Somerhalder. Foi uma luta danada até enfim decidirem quem seria, demorou horrores! Quando vi que escolheram o Jamie Dornan, a primeira coisa que pensei foi: o Christian descrito no livro é muito diferente. Mas, quando finalmente as gravações começaram e pude ver sua atuação, minha opinião foi: opa, esse olhar está bem Christian Grey!
Com os trailers lançados, minha vontade de ver o filme cresceu drasticamente. A trilha sonora e as expressões dos personagens me ganharam e passei de cética a ansiosa.

No último dia 12, dia da estréia, fui com algumas amigas para assistir o filme que pelo que tenho visto algumas pessoas amaram e outras detestaram. Confesso: sou do primeiro time!

Para mim, o filme foi extremamente fiel ao livro! Acho desnecessário dizer que tiraram algumas coisas aqui, alteraram outras ali, porque desconheço uma adaptação onde não aconteça isso. Livro é livro, filme é filme, ponto.

Achei que tanto a Dakota quanto o Jamie deram show de interpretação. Ela, com uma Anastasia um pouco mais irônica e engraçada que no livro, mas muito bacana. Ele, o próprio Mr. Grey. Com atitudes de Grey. Vi gente dizendo que ele não tem expressão... foco no Christian do primeiro livro, galera! Ele é “perturbado de cinquenta jeitos diferentes”! Para mim, ficou perfeito! Ele é lindo, com um ar autoritário e muito dominador/intimidador.  E sim, os dois têm química. Bastante, aliás.
Sobre as cenas de sexo, achei que ficou na medida. Todo mundo sabe que o filme trata do assunto e, sim, o sexo está lá. Mas achei de bom gosto, mostrando muito, mas não mostrando tudo. Sensualidade não faltou e, volto a citar a trilha sonora: colaborou muuito nesse quesito.

Depois de dizer tudo isso, algumas pessoas devem estar pensando que eu gostaria de participar das cenas no “Quarto vermelho”... hahaha... Não!!! Não gosto de sadomasoquismo, acho péssima a ideia de chicotadas, tapas, e tudo que rolou por lá, mas a história é essa e não vou entrar no mérito de machismo, violência contra a mulher e esse tipo de coisa.

Quem não leu o livro deve ter ficado revoltadíssimo com o final, mas, é isso. O filme acabou como tinha de ser e agora é segurar a ansiedade para ver a sequência. Que Cinquenta tons mais escuros não demore muito! Estarei lá para ver.


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