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Não há nada com um amor de verão

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Hoje é dia da coluna do escritor Augusto Alvarenga e tem bum belo texto inspirado em amores de verão. Confira!

Não há nada com um amor de verão.
Pode ser inverno, outono, ou qualquer outra estação.
Quando o coração está quente, confortável.
E você escuta aquela música, e se imagina em um carro, com aquela pessoa, descendo a costa, a praia ao lado.
Pode estar chovendo, mas qual a importância
Vocês estão indo para aquele abrigo onde não há mais nada que importe além de vocês dois.
Não há nada como deitar na cama,
Tarde da noite,
E o sono não vir.
E os sonhos cederem lugar
A planos...
E a insônia vira.
Sorriso.
Não há nada com um amor de verão
Que vem sem hora marcada
Vem sem pedir licença.
Entra, invade, inunda.
Revira os cômodos, a cabeça, o coração.
Revira tudo, mas quando vai embora
Não deixa o vazio.
Deixa memórias...
Deixa desejos...
De mais um amor de verão."



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